Sempre dizemos na Amaral d'Avila Engenharia de Avaliações que nossa empresa é um termômetro, ou seja, quando ocorrer uma crise, somos os primeiros a detectá-la, quando há uma reativação dos negócios, também percebemos antecipadamente.
Antes que o leitor pense que possuímos uma "bola de cristal" é importante citar que a Amaral d'Avila trabalha diretamente com dezenas empresas públicas e privadas que concedem crédito, assim sendo, vivemos "diariamente" com as expectativas do mercado e fazemos parte do elo do "crédito"!
Em Setembro de 2008, cerca de uma semana antes do problema que envolveu o Banco Lehman Brothers, sentimos na pele que algo estaria por vir pois o crédito secou "sem explicações" e os serviços ficaram escassos!
Os Bancos, instituições privadas e públicas, foram tomadas por um "tsunami" de conservadorismo e o objetivo era o de trazer para casa os recursos que estavam na rua, sem a preocupação das consequências geradas pelo secamento da liquidez para as empresas.
Passados alguns meses notamos que a irrigação do crédito está voltando gradativamente ao mercado, no entanto, os agentes estão "escolhendo a dedo" quem pode e deve receber o crédito, com taxas de juros fixadas nas alturas.
Para tentar minorar esta falta de liquidez estamos recomendando a alguns clientes que desmobilizem ativos desnecessários, ou menos necessários, a fim de fazer caixa, tendo em vista que a liquidez, neste momento, pode proporcionar ganhos signficativos em negócios de oportunidade!
E é neste momento que a Amaral d'Avila Engenharia de Avaliações atua, auxiliando as empresas a otimizarem seus ativos, minizando o capital imobilizado e as despesas fixas, aumentando, por consequência, o caixa da empresa e as possibilidades de um melhor enfrentamento da crise!
C.S.A.N - Fevereiro de 2009